quarta-feira, 29 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Degradação Ambiental
As atitudes
humanas têm ido de encontro à manutenção do equilíbrio ambiental. A degradação
ambiental pode ser definida por um processo de degeneração do meio ambiente, em
que as alterações do ecossistema relacionados ao desenvolvimento e crescimento
das economias implicam em mudanças na fauna e na flora natural. Geralmente está
associada à ações antrópicas, podendo decorrer também de resultados da evolução
de ecossistemas ou até mesmo por meios naturais.
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| noseaquimica.blogspot |
As principais formas de degradação ambiental são
desmatamento, queimadas e poluição. É um problema que afeta toda a população
mundial, e vem se intensificando, elevando o nível de preocupação com as mudanças
na temperatura média da atmosfera terrestre e podendo elevar o nível dos
oceanos. A introdução de matérias tóxicas no sistema ecológico acaba por destruir
forças naturais. Boa parte da água doce que é retirada do meio ambiente e não é
consumida, acaba tendo sua qualidade alterada por falta de tratamento, por
tóxicos, que misturados afetam seriamente o ambiente onde foi despejada,
perturbando a qualidade da água doce natural. As primeiras áreas de risco
afetadas pela degradação ambiental são as águas de regiões de grande densidade
populacional. Os problemas têm se agravado quando relacionados à saúde publica,
pois doenças provocadas pela água não tratada vêm acontecendo, gerando um ciclo
com grande dificuldade de ser solucionado.
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| adeciopiran.blogspot |
Atualmente,
a cada 14 segundos, morre uma criança vítima de doenças hídricas. Os esgotos e resíduos humanos são causas
principais dessa deterioração da qualidade da água em países em
desenvolvimento. O crescimento urbano acelerado acabou por concentrar população
de baixa renda em periferias onde os serviços de saneamento são precários,
gerando poluição concentrada e sérios problemas de assoreamento e saúde local. Estima-se
que um terço dos óbitos dos países em desenvolvimento estejam relacionados ao consumo
de água contaminada, e em média, um décimo do tempo produtivo de cada pessoa se
perde devido a doenças relacionadas à água contaminada.
Obviamente
isso tudo resulta em prejuízos econômicos causados pela degradação do meio
ambiente como um todo, levando a extinções biológicas graves e a alteração de
todo um ecossistema. A recuperação de algo que fora totalmente degradado pode
ser uma forma onerosa de resgate do meio, e acaba sendo deixada para segundo
plano por autoridades por estar relacionado a algo caro e com obtenção de
resultados em longo prazo. Porém, o investimento em ações que agora poderiam
começar a resultar em uma boa qualidade de vida relacionado aos problemas
ambientais seria uma boa estratégia. Uma das conclusões de um relatório lançado
pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) é a possibilidade
de aliar a economia verde ao combate à pobreza, pois apresenta práticas
econômicas sustentáveis em regiões pobres incluindo a questão da degradação
ambiental.
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| Klima Naturali |
Outra forma de amenizar a degradação ambiental, além da
utilização dos combustíveis renováveis, seria a redução
das emissões de gases de efeito estufa, pois pesquisas, de diversas
universidades do mundo, revelaram que 90% da emissão de poluentes na atmosfera
devem-se aos automóveis movidos a combustíveis fósseis. Segundo estudos
realizados pela Universidade de Vermont, este tipo de produção energética, em
sua maioria, é de baixo custo.
No município de Florianópolis, é notável a visualização de
casarões, edifícios residenciais, hotéis e restaurantes muitas delas em áreas
de preservação permanente. Estima-se que 60% das construções levantadas ao
longo da história da cidade são irregulares. Além disso, há o visível aumento
do nível de poluição. A fumaça dos veículos, o lixo jogado nos córregos, em
curso d’água, praias e lagoas, só faz aumentar a degradação
ambiental. Lembra o diretor de fiscalização Bruno Palha que a recuperação
da área degradada do entorno do Rio Papaquara, no norte da Ilha, é resultado do
Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), elaborado pelo biólogo
Francisco Antônio, da Fundação Municipal
do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram). Atividade intensa de
autoridades com relação a esse tipo de assunto é essencial para a iniciação de
mudanças que levem a uma sociedade mais consciente.
A preocupação com a degradação
ambiental deixou de ser somente uma bandeira de luta de ambientalistas
fervorosos, passando a representar um sério problema à sociedade e ao meio.
Embora pesquisas tenham evoluído nas últimas décadas, não existem soluções
instantâneas que possam resolvê-la. Seria essencial um desenvolvimento de uma
consciência ambientalista e intensificação do uso de medidas punitivas, além da
necessidade de as gerações atuais adquirirem uma nova cultura que garanta seu
próprio bem estar e sobrevivência futuros.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Programa de Educação para Mudanças Climáticas e para o Desenvolvimento Sustentável
A
mudança climática é uma porta para a Educação para o Desenvolvimento
Sustentável (EDS). Ela pode conectar o conceito abstrato do desenvolvimento
sustentável aos desafios reais e imediatos que o mundo enfrenta hoje.
Para
promover a educação sobre mudança climática no contexto da EDS, a UNESCO está
proporcionando assessoria de política e planejamento para os ministérios da
Educação. Também está desenvolvendo e estimulando abordagens educacionais
inovadoras para ajudar um público mais amplo (com foco particular nos jovens) a
entender, lidar, mitigar e adaptar-se aos impactos da mudança climática;
encorajar para colocar o mundo em um caminho de desenvolvimento mais sustentável;
e criar uma nova geração de cidadãos conscientes da mudança climática.
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| Portal das Mudanças Climáticas |
Além da
liderança para abordar lacunas específicas na educação sobre a mudança
climática, particularmente em termos de ética, justiça e incerteza da mudança
climática, a UNESCO está desenvolvendo estudos de caso nacionais para integrar
a mudança climática às políticas e ao planejamento da educação nacional nas
regiões que são mais vulneráveis aos impactos dessa mudança, incluindo projetos
de apoio as populações carentes na
África.
Levando
em conta esses projetos, e, evidenciando os problemas estruturais e de
conscientização da população de uma cidade, torna-se importante desenvolver
práticas de educação ambiental para incentivar a população a conhecer o porquê
dos problemas ambientais, a causa dos desastres naturais (que atualmente são
influenciados pelas ações antrópicas) e como podemos reverter essa situação.
Com um
apoio coletivo, as coisas ficam mais fáceis. Para isso, torna-se fundamental a
adaptação da legislação para proporcionar ações com finalidade ambientais, que
além de melhorar a cidade, conscientizar a população, atrair os turistas e
consequentemente gerar emprego e renda, ajuda a manter o planeta seguro e de
acordo com sua capacidade de suporte.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A água e o desenvolvimento sustentável
Projetos nas áreas hídricas podem conservar energia, reduzir
o desperdício do uso de materiais, estimular o melhor uso da água escassa e
reduzir o impacto das atividades humanas no meio natural.
De acordo com o caderno da UNESCO “De economias verdes a
sociedades verdes”, a água é um tema vital para a agenda da economia verde em
diversas áreas como: mitigação da poluição da água, aumento da eficiência do
uso da energia na distribuição da água e das águas residuais e de reuso,
modernização dos sistemas de irrigação para evitar o desperdício,
desenvolvimento de hidroelétricas com uma alternativa limpa para os
combustíveis fósseis e gerenciamento de ecossistemas hídricos naturais.

“A água é fundamental para se alcançar o desenvolvimento
sustentável e os ODMs (Objetivos do Milênio). O bom gerenciamento dos recursos
hídricos é componente essencial do desenvolvimento social e econômico, da
redução da pobreza e equidade e dos serviços de sustentabilidade ambiental.” - UNESCO
Tanto a manutenção de ecossistemas naturais quanto os sistemas
reprodutivos dependem da oferta de água. A produtividade primária vai sofrendo
alterações com o tempo, mas permanece em equilíbrio dinâmico. As ações
antrópicas também promovem alterações climáticas que perturbam esse equilíbrio.
Existem práticas (no caso da gestão de suprimentos, há o reaproveitamento da
água das chuvas), que são boas para o trato de recursos hídricos, desencadeando
uma maior eficiência nos sistemas de distribuição e irrigação urbana, maior o
índice de reaproveitamento e menor a poluição das águas.
Precisa-se ampliar o conhecimento sobre o assunto para que se
consiga expandir a consciência para uma dimensão global, entendendo-se que os
fatores que fazem da água um fator limitante para o desenvolvimento sustentável
é uma grande lição que pode aumentar a responsabilidade humana na busca do
equilíbrio ambiental como prática diária e inadiável.
Desta
forma, para os que têm uma visão prática do mundo, resta um consolo. Se o uso
econômico e político de temas ambientais servir para levar o planeta em uma
economia limpa, teremos motivos pra comemorar. Mas o que torna-se necessário
para boa parte de nossos empresários, políticos e , consequentemente para a
imprensa é uma visão clara do tamanho da oportunidade econômica que o tema meio
ambiente pode representar para um país como o Brasil. Temos as maiores reservas
de água do planeta, a maior floresta e um patrimônio inestimável de
biodiversidade. Faltam investimentos, pesquisas, ação e uma cobertura mais
profunda do tema.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Educação e capacitação para a água
A água é um recurso
escasso e indispensável para a vida, por isso deve ser cuidada e aproveitada toda sua capacidade. Muitos recursos econômicos são colocados para
transformá-la potável e depois ela é consumida em fins menos nobres como
limpeza de calçada, rega de jardim, etc. Para driblar o desperdício, desenvolvem-se alternativas que podem permitir a diminuição dos impactos
ambientais. Estudos mostram as necessidades de água para usos nobres e os que
podem ser substituídos, por exemplo, por água de chuva.
Em Blumenau (SC) foi construída, em
1943, a primeira estação de tratamento de água de Blumenau, que tornou-se o Museu da
Água em 1999, idealizado e mantido pelo SAMAE (Serviço
Autônomo Municipal de Água e Esgoto). A estação
continua em funcionamento, permitindo ao visitante ver todo o processo de
purificação da água retirada do Rio Itajaí-Açu antes de entrar na rede de
abastecimento da cidade. Procura-se passar uma imagem de que a água não
serve apenas para a existência da vida, mas também possui diversas aplicações.
Por tudo isso, o local é hoje um espaço para a educação ambiental, em que o
visitante é capaz de acompanhar o tratamento de água passo a passo. O
museu mantém um acervo de equipamentos utilizados para aqueles fins, tanto
atualmente, como no passado.
Atualmente, o conhecimento sobre a água está crescendo tão rapidamente quanto à necessidade de capacitação dos profissionais do setor hídrico. Por isso, o desenvolvimento profissional contínuo é essencial em relação aos últimos desenvolvimentos na área. O IHE (Institute for Water Education, UNESCO) em Delft, nos Países Baixos, é o maior estabelecimento de pesquisa e de formação de doutores na área hídrica. Ele conduz pesquisa, atividades de formação e capacitação em água, meio ambiente e infraestrutura relacionada à água. Algo deste tipo deveria ser desenvolvido no Brasil, para que através de educação e conhecimento na área, o uso da água fosse mais consciente e seu desperdício fosse evitado.
O município de Campinas é exemplo nacional quanto ao tratamento da água e do esgoto. É captada água dos Rios Atibaia e Capivari, sendo que o Atibaia é responsável por 95% do abastecimento da cidade. A Sanasa é responsável pelos serviços de saneamento em Campinas, o que engloba a captação, adução, tratamento, preservação e distribuição de água potável, além da coleta, afastamento e tratamento do esgoto doméstico do município. Atualmente, a empresa municipal atende a cerca de 98% da população urbana de Campinas com 6 estações de tratamento de água, as chamadas ETAs. Segundo a Sanasa, a principal vulnerabilidade do sistema de abastecimento público de água em Campinas são os acidentes provindos de transporte de produtos perigosos, que englobam, sobretudo, o transporte de derivados do petróleo do polo petroquímico de Paulínia e pela indústria canavieira regional, tendo em vista que as principais vias de transporte destes produtos, como a rodovia Dom Pedro I e a Anhanguera, cortam os “corpos d´água” que abastecem nossos mananciais.
Em Blumenau (SC) foi construída, em
1943, a primeira estação de tratamento de água de Blumenau, que tornou-se o Museu da
Água em 1999, idealizado e mantido pelo SAMAE (Serviço
Autônomo Municipal de Água e Esgoto). A estação
continua em funcionamento, permitindo ao visitante ver todo o processo de
purificação da água retirada do Rio Itajaí-Açu antes de entrar na rede de
abastecimento da cidade. Procura-se passar uma imagem de que a água não
serve apenas para a existência da vida, mas também possui diversas aplicações.
Por tudo isso, o local é hoje um espaço para a educação ambiental, em que o
visitante é capaz de acompanhar o tratamento de água passo a passo. O
museu mantém um acervo de equipamentos utilizados para aqueles fins, tanto
atualmente, como no passado.
Já em Piracicaba (SP), o "Museu da Água
de Piracicaba" foi construído em 1887 e, antes de virar museu, em 2000, funcionou como a
primeira Estação de Captação de Bombeamento de Água da cidade. Anteriormente, havia
dois casarões, restando atualmente apenas um, que foi preservado e encontram-se
nele dois conjuntos de turbina e bomba que no início do século XX foram
responsáveis pelo bombeamento de água do Rio Piracicaba até a região central da
cidade. Visando a Educação Ambiental, o Museu da Água procura conscientizar os
visitantes e as futuras gerações sobre o uso da água, tendo como principal
objetivo, contribuir pra as mudanças de atitudes humanas em relação ao ambiente.
Em Florianópolis, a Vigilância da Qualidade da Água de Consumo Humano (VIGIAGUA) tem como finalidade o mapeamento de áreas de risco quanto à potabilidade da água para consumo humano, em determinado território, com vistas à redução da morbimortalidade por doenças e agravos de veiculação hídrica, avaliação, gerenciamento e comunicação do risco à saúde decorrente das condições sanitárias das diversas formas de abastecimento de água, monitoramento sistemático da potabilidade da água para consumo humano, nos termos da legislação vigente e coordenação do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água (SISAGUA). Esta área é responsável pela coordenação, avaliação e análise do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água de Consumo Humano - SISAGUA e pela identificação, acompanhamento e avaliação das ações e metas pactuadas pelos municípios no PACTO pela Saúde e PAVS.
Atualmente, o conhecimento sobre a água está crescendo tão rapidamente quanto à necessidade de capacitação dos profissionais do setor hídrico. Por isso, o desenvolvimento profissional contínuo é essencial em relação aos últimos desenvolvimentos na área. O IHE (Institute for Water Education, UNESCO) em Delft, nos Países Baixos, é o maior estabelecimento de pesquisa e de formação de doutores na área hídrica. Ele conduz pesquisa, atividades de formação e capacitação em água, meio ambiente e infraestrutura relacionada à água. Algo deste tipo deveria ser desenvolvido no Brasil, para que através de educação e conhecimento na área, o uso da água fosse mais consciente e seu desperdício fosse evitado.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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