De acordo com cientistas do clima, nos próximos 40 anos, as
emissões globais de gases de efeito estufa devem ser reduzidas em até 85% com
base no ano de 2000, para que se possa limitar o aumento da temperatura média
terrestre a no máximo 2 graus Celsius em relação aos tempos pré-industriais.
Estima-se que um aquecimento global acima do nível estipulado resultará em
mudanças imprevisíveis no comportamento do clima, expondo ecossistemas e
pessoas a altos riscos. No cenário atual, em que pressões políticas continuam a
impedir que a emissão de GEE seja regulamentada por governos, a aceleração de
esforços proativos advindos de entidades comprometidas em identificar e gerir o
impacto de suas atividades sobre o clima é de extrema importância.
O ato de procurar conhecer as próprias interferências
negativas sobre o ambiente, e voluntariamente mitigá-las, demonstra a busca por
um novo tipo de relacionamento, mais consciente e responsável, com o meio
ambiente e, consequentemente, com a sociedade. Promover este ideal requer a
busca incessante pelo aperfeiçoamento de sistemas humanos, através de
abordagens criativas e inovadoras.
A ação
de buscar o atendimento das necessidades de consumo de maneira ambientalmente
eficiente faz parte desta abordagem. A principal vantagem corporativa da
elaboração do Inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) é a
disponibilização de informações que permitem a criação de iniciativas voltadas
para o aumento da sustentabilidade nos negócios e melhoria na eficiência de
processos e atividades. Quantificar as emissões de GEE é a melhor maneira de
diagnosticar os reais e mensuráveis impactos da empresa em relação ao
aquecimento global. A partir destas informações é possível avaliar possíveis
medidas de redução e compensação destas emissões.
*Relatório
de Atividades em Evento de Sustentabilidade FIESC 2012
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